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  remondes lab @ IMM

Publications

Liang L, Kirk JC, L. Schmitt L, Komorowski RW, Remondes M, Halassa M, Oline SN 2017  Scalable, Lightweight, Integrated and Quick-to-Assemble (SLIQ) Hyperdrives for Functional Circuit Dissection, Frontiers in Neural Circuits 

Wilson M, Varela C and Remondes M (2015)
Phase organization of network computations, Current Opinions in Neurobiology, 2015 Feb 10;31C:250-253. doi: 10.1016/j.conb.2014.12.011.

Remondes M * and Wilson M (2015) Slow-gamma rhythms coordinate cingulate cortical responses to hippocampal sharp-wave ripples during choice behavior Cell Reports,13(7), 1327-1335.

Remondes M * and Wilson M (2013) Cingulate-Hippocampus Coherence and Trajectory Coding in a Sequential Choice Task, Neuron, 80(5), 1277-1289.

Remondes M and Schuman E M (2004) Role for a cortical input to hippocampal area CA1 in the consolidation of a long-term memory, Nature 431, 699-703.

Remondes M and Schuman E M (2003) Molecular Mechanisms Contributing to Long-Lasting Synaptic Plasticity at the Temporoammonic-CA1 Synapse, Learning and Memory 10, 247-252

Remondes M and Schuman E M (2002) Modulation of Plasticity and Spiking in CA1 Pyramidal Neurons by a Direct Cortical Input, Nature 416, 736-740.



We're in the news!!!!




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QUA 7, 14, 21, 28 SETEMBRO
Pequeno Auditório
18h30 · Entrada gratuita
Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes de cada sessão, no limite dos lugares disponíveis. Máximo: 2 senhas por pessoa.
  • Transmissão em direto

Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt

Mais opiniões sobre Culturgest.
Organização Joana Barros (Viver a Ciência, Lisboa), Ana Margarida Nunes (Fundação Champalimaud e Viver a Ciência, Lisboa)As neurociências têm vindo a expandir o nosso conhecimento sobre o cérebro de uma forma surpreendente. Novas perguntas e técnicas dissecam com cada vez mais pormenor os mecanismos da perceção, da memória, do medo e da tomada de decisões. Questiona-se a natureza da consciência, do livre-arbítrio e da inteligência, e estudam-se minuciosamente os mecanismos da plasticidade neuronal. Espera-se ficar a conhecer melhor a nossa natureza, mas também abrir caminho para a compreensão e tratamento de várias doenças neurológicas. Deve a aplicação desse conhecimento ficar limitada à doença ou dever-se-á permitir o seu uso para melhorar as capacidades inatas do homem? Esta é uma questão que se estende muito para além do domínio médico e académico e obriga a uma reflexão sobre a própria natureza humana, sobre quem queremos ser e em que sociedade queremos viver.
Este ciclo de conferências pretende desvendar um pouco deste fascinante mundo dos processos neuronais e promover uma discussão mais alargada sobre as suas repercussões filosóficas, éticas, sociais e individuais.

Miguel Remondes – Investigador Principal, Laboratório de Percepção, Memória e Decisão, Instituto de Medicina Molecular.
7 de setembro
Decisão Flexível: a base biológica dos comportamentos baseados na memória
Miguel Remondes

PictureJornal i/ Ciencia Viva Feb 17th 2015

Os génios e os pais deles. Ainda nenhuma mente brilhante conseguiu explicar de onde vem a inteligênciaÀ procura de respostas Neste momento, explicou ao i Miguel Remondes, investigador do Instituto de Medicina Molecular de Lisboa, não há a menor certeza científica sobre o que condiciona a inteligência e em que medida. O neurocientista admite que visões como a de Helena Serra resultam do que se pensou até aqui, mas diz-se, pessoalmente, um céptico.
Relacionados Quem eram os pais dos maiores génios de sempre? “O fenómeno da inteligência é bastante subjectivo. Basta dizer que mesmo os resultados dos testes de QI podem ter a ver com o treino. Da mesma forma que alguém que faça sudoku todos os dias ao longo de uma semana, no final, estará muito mais inteligente a fazer este jogo, sem ter tido uma alteração genética”, diz o investigador. Indo à constatação de que crianças sobredotadas têm quase sempre pais brilhantes, Remondes diz que também isso pode resultar apenas de treino. “É uma criança que cresce numa casa com hábitos de leitura, reflexão, que adquire esse hábito por aprendizagem e não por via genética.

Jornal i/ Maio de 2015

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